STF nega mandado de busca e apreensão contra Flávio Bolsonaro
Corte desmentiu informação sobre buscas em endereço ligado ao senador em Brasília; parlamentar também é investigado em dois procedimentos no Supremo
6 dias atrás13
Ouvir:Entenda00:00Pronto para ouvirSTF nega mandado de busca e apreensão contra Flávio Bolsonaro. Corte desmentiu informação sobre buscas em endereço ligado ao senador em Brasília; parlamentar também é investigado em dois procedimentos no Supremo. BRASÍLIA – O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta quarta-feira (28) que não existe decisão judicial autorizando busca e apreensão em endereços ligados ao senador Flávio Bolsonaro (PL). Em nota, a Corte também negou a realização de diligências policiais com essa finalidade. O esclarecimento foi divulgado após o g1 corrigir uma reportagem que havia informado que um endereço do parlamentar em Brasília seria alvo de mandado de busca e apreensão. O STF afirmou que a informação sobre a existência ou o cumprimento de uma ordem desse tipo era falsa. O caso ocorre em meio a notícias sobre a saída de Flávio do Brasil. Segundo informações publicadas por veículos de imprensa, o senador viajou na terça-feira (27), após o ministro Alexandre de Moraes determinar a entrega de seus passaportes à Polícia Federal (PF) e proibir sua saída do país. A decisão foi divulgada pelo próprio parlamentar. A viagem e a suposta operação de busca e apreensão são fatos distintos: a nota do STF trata especificamente da inexistência de ordem para buscas. Flávio é citado em duas investigações no Supremo. Uma delas, sob relatoria do ministro André Mendonça, apura possíveis irregularidades no financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com recursos relacionados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A outra, relatada por Alexandre de Moraes, investiga suspeitas de lavagem de dinheiro em negócios relacionados ao advogado Willer Tomaz e a uma empresa ligada ao setor de apostas esportivas. Segundo informações atribuídas à Polícia Federal, e-mails obtidos após a quebra de sigilo telemático de Tomaz indicariam Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings. As investigações apuram suspeitas, que não equivalem a uma conclusão de culpa.
BRASÍLIA – O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta quarta-feira (28) que não existe decisão judicial autorizando busca e apreensão em endereços ligados ao senador Flávio Bolsonaro (PL). Em nota, a Corte também negou a realização de diligências policiais com essa finalidade. O esclarecimento foi divulgado após o g1 corrigir uma reportagem que havia informado que um endereço do parlamentar em Brasília seria alvo de mandado de busca e apreensão. O STF afirmou que a informação sobre a existência ou o cumprimento de uma ordem desse tipo era falsa. O caso ocorre em meio a notícias sobre a saída de Flávio do Brasil. Segundo informações publicadas por veículos de imprensa, o senador viajou na terça-feira (27), após o ministro Alexandre de Moraes determinar a entrega de seus passaportes à Polícia Federal (PF) e proibir sua saída do país. A decisão foi divulgada pelo próprio parlamentar. A viagem e a suposta operação de busca e apreensão são fatos distintos: a nota do STF trata especificamente da inexistência de ordem para buscas. Flávio é citado em duas investigações no Supremo. Uma delas, sob relatoria do ministro André Mendonça, apura possíveis irregularidades no financiamento do filme Dark Horse, sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com recursos relacionados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A outra, relatada por Alexandre de Moraes, investiga suspeitas de lavagem de dinheiro em negócios relacionados ao advogado Willer Tomaz e a uma empresa ligada ao setor de apostas esportivas. Segundo informações atribuídas à Polícia Federal, e-mails obtidos após a quebra de sigilo telemático de Tomaz indicariam Flávio como “usuário master” de uma conta bancária da empresa Alcazar Holdings. As investigações apuram suspeitas, que não equivalem a uma conclusão de culpa.